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terça-feira, 28 de abril de 2015

Prof Neemias - Pensar e Agir muda Conceito

Pensar e Agir muda Conceito

Após alguns anos “lutando,” junto a uma minoria, por uma educação de qualidade e valorização dos profissionais da Educação, obtendo neste período, algumas conquistas e muitas frustações, parei para refletir.
Alguns anos atrás, estávamos reunidos no Sindicato para expor ideias e reivindicar  direitos. A representante do sindicato na época, (não sei, se para justificar o baixo salário dos professores) que reivindicavam o reenquadramento (Nível Universitário)  Iniciou seu discurso comparando os valores das mensalidades nas faculdades de Pedagogia e Medicina, como se os valores por si só, formassem ótimos profissionais. Se assim fosse, não teríamos filas no Sistema Público de Saúde, os problemas de Políticas Públicas seriam resolvidos, não teríamos mortes por erros médicos e assim por diante. (Não estou aqui questionando a qualidade desses profissionais) estou dizendo que a qualidade no serviço não depende do preço de uma faculdade. A mesma representante, disse que professor não tem o “hábito de ler” e por isso se desvaloriza. Não creio que isto seja verdade, pois, em qualquer área, e principalmente na educação, o professor, não pode produzir sem pesquisar.
Durante toda a história da Educação brasileira, a má qualidade foi jogada nas costas dos professores, mas sabemos que os verdadeiros responsáveis são nossos representantes na política. Esses, por terem livre acesso as mídias, fazem com que os de consciência ingênua acreditem que o professor é o único culpado, eximindo-se totalmente da incapacidade como administradores.
Voltando a reflexão.  Nestes últimos meses de 2014 e início de 2015, notei mudanças, de paradigmas não só educadores, mas também com o Sindicato de Jundiaí. O novo presidente abriu as portas para que professores se reunissem.  E com isso, aos poucos, esse número vem aumentando e novas ideias, entusiasmos, esperanças e indignações surgem e contagiam o grupo.
Isso me fez pensar em alguns personagens importantes na história mundial e do Brasil. Qual a relação entre eles e um professor pensador que tem convicção e novas ideias?
Nicolau Copérnico
Sua teoria do Heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente teoria geocêntrica (que considerava, a Terra como o centro), é tida como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia moderna.
O cardeal S. Roberto Francisco Belarmino presidiu o tribunal que proibiu a teoria copernicana. Culto e moderado, ele conseguiu poupar Galileu. Estimulado pelo novo papa Urbano VIII, seu grande admirador, o cientista voltou à carga. Mas o Papa sentiu-se ridicularizado num livro de Galileu. E isso motivou sua condenação.


Sócrates
Os diálogos de Platão retratam Sócrates como mestre que se recusa a ter discípulos, e um homem piedoso que foi executado por impiedade. Sócrates não valorizava os prazeres dos sentidos, todavia se escalava o belo entre as maiores virtudes, junto ao bom e ao justo. Dedicava-se ao parto das ideias (Maiêutica) dos cidadãos de Atenas.
O julgamento e a execução de Sócrates são eventos centrais da obra de Platão (Apologia e Críton). Sócrates admitiu que poderia ter evitado sua condenação (beber o veneno chamado cicuta) se tivesse desistido da vida justa. Mesmo depois de sua condenação, ele poderia ter evitado sua morte se tivesse escapado com a ajuda de amigos
Jesus
Embora tenha pregado apenas em regiões próximas de onde nasceu, a província romana da Judéia, sua influência difundiu-se enormemente ao longo dos séculos após a sua morte. Ele pode ser considerado como uma das figuras centrais da cultura ocidental.
Os soldados levaram Jesus para a casa do Sumo Sacerdote. [A lei judaica não permitia que o Sinédrio, a suprema corte judaica, se reunisse durante o Pessach] e a lei romana proibia que se condenasse um homem à morte. Jesus foi acusado primeiramente de ameaçar destruir o templo, mas as testemunhas entraram em desacordo. Depois, perguntaram a Jesus se ele era o Messias, o Filho de Deus e rei dos judeus. Jesus respondeu que era, e foi então acusado de blasfemar ao dizer-se Deus.

Paulo Freire
Paulo Régis Neves Freire, educador pernambucano, nasceu em 19/9/1921 na cidade do Recife. Foi alfabetizado pela mãe, que o ensina a escrever com pequenos galhos de árvore no quintal da casa da família. Com 10 anos de idade, a família mudou para a cidade de Jaboatão.
Após o golpe militar, o método de alfabetização de Paulo Freire foi considerado uma ameaça à ordem, pelos militares. Viveu no exílio no Chile e na Suíça, onde continuou produzindo conhecimento na área de educação. Sua principal obra, Pedagogia do Oprimido, foi lançada em 1969. Nela, Paulo Freire detalha seu método de alfabetização de adultos.








Luiz Inácio Lula da Silva

Lula é co-fundador e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1990, foi um dos fundadores e organizadores, junto com Fidel Castro, do Foro de São Paulo, que congrega parte dos movimentos políticos de esquerda da América Latina e do Caribe.
Em 1980, no curso de uma greve no ABC paulista, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo sofreu intervenção aprovada por Murilo Macedo, então ministro do Trabalho do general João Batista Figueiredo, e Lula foi detido por trinta e um dias nas instalações do DOPS paulista. Em 1981, foi condenado pela Justiça Militar a três anos e meio de detenção por incitação à desordem coletiva, tendo, porém recorrido e sido absolvido no ano seguinte.

Fernando Henrique Cardoso
Graduado em Sociologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, desenvolveu considerável carreira acadêmica, tendo produzido diversos estudos sociais em nível regional, nacional e global, e recebido diversos prêmios e menções honrosas pelos trabalhos. Foi eleito o 11º pensador global mais importante, pela revista Foreign Policy em 2009, pelo pensamento e contribuição para o debate sobre a política antidrogas.
Foi professor de sociologia da USP. Durante o regime militar, esteve exilado no Chile e na França. Em 1968, voltou ao Brasil e assumiu por concurso público a cátedra de Ciência Política da USP, mas foi afastado pelo Decreto-lei 477, o "AI-5 das universidades". Lecionou no Chile, na França, Inglaterra e nos Estados Unidos. Na França, acompanhou de perto o movimento de Maio de 1968 iniciado justamente na Universidade que Fernando Henrique lecionava: Universidade de Paris X - Nanterre, em 22 de março de 1968.

Ao pesquisar esses “pensadores”, percebi que todos, desde os mais antigos A.C até os mais recentes, esbarraram na política, com seu modelo pronto e “engessado”, que não aceitaram e nem toleraram ideias novas que provavelmente abalariam seu Império e com isso, perderiam o controle e o objetivo principal, o domínio de um povo e sua manipulação.
Mesmo sabendo das consequências, esses personagens não desistiram de suas convicções e alguns pagaram com a própria vida por defenderem suas ideias, outros, foram expulsos de sua Pátria. Porém, o tempo é senhor da razão e com o passar do tempo, pessoas novas assumem o poder e corrigem erros do passado.
Você pode se perguntar, “o que esses personagens têm em comum com o assunto tratado no início desse texto?”.
Bem... Longe de querermos nos comparar com esses personagens acima, nós professores pesquisadores, formadores de opiniões temos que ter convicção do que estamos ensinando e o que reivindicamos. Não podemos ter receio de expor nossas ideias, nem tão pouco permitir que políticos inescrupulosos e oportunistas, façam de nossas bandeiras seus alicerces politiqueiros.  Aos poucos, essa semente plantada está germinando, nossa missão é rega-la e com paciência acompanhar seu desenvolvimento.

Autor: Prof. Neemias Alves Pereira.


Prof. Gilberte - A FONTE DA ETERNA INFÂNCIA

 A FONTE DA ETERNA INFÂNCIA


Quando criança aprendi a ler e a nadar com muita facilidade e as duas coisas, me davam tamanho prazer, que eu me arriscava nas corredeiras do rio Capivari e sem medir os riscos saltava de grandes alturas mergulhando nas revigorantes de suas águas e muitas vezes lia, gostava, mas ainda não compreendia.
Por exemplo, com apenas nove anos li e guardei na memória, embora não tenha compreendido:
- “Não se banha duas vezes no mesmo rio”
A natureza entalhou nas rochas da montanhosa cidade, um estreito e profundo canal, as águas limpas do rio formavam revoltas e espumantes corredeiras, onde eu e meus amigos nos atirávamos e ao longo do agitado rio, íamos nos divertindo, observando seus belos afluentes e sua mata ciliar rica e diversa, dentro da minha ingenuidade de criança, desafiei a filosofia, entrava na água duas vezes seguidas para provar que podia me banhar duas vezes no mesmo rio.
O rio que simbolicamente corta a pequena cidade ao meio embalou minha infância e esculpiu minha adolescência, e de centenas de outros indivíduos. Foi nas suas brancas areias que flertei com garotas e foi sobre a ponte que ele testemunhou meu primeiro beijo.
 Por motivos profissionais, me mudei para outro estado e por longos anos fiquei sem ver o Capivari, mas nunca consegui deixar de pensar nele um único dia. A saudade que somente pode ser escrita na língua portuguesa, mas que com certeza é um sentimento presente em todo ser humano que ama, levou-me inevitavelmente de volta a minha pequena cidade e ao rio e suas cachoeiras encantadas.
Apesar da cidade não ter mudado muito, causou algumas mudanças no rio. O aproveitamento agrícola de suas águas na irrigação, a destruição de sua mata ciliar, o uso indiscriminado de agrotóxicos, a extração de areia por meio de dragas, lhe trouxeram contaminação e redução de seu volume de água.
Sentado a beira do penhasco, observo o ainda vivo Capivari, que parece me pedir socorro,  levando-me a recordar da frase e a compreendê-la da maneira mais profunda e concreta, não sou mais o sonhador  menino que o rio ajudou a criar e ele que embalou tantos sonhos, vive agora um pesadelo, não compartilhado pelos que dele se utilizam e não retribuem a gentileza.
No curso do inavegável rio, faço uma viagem que me transporta as diversas fases da minha vida. Será que o rio que oferece vida e energia a pequena cidade, que a divide para uni-la e embalou tantas infâncias, é agora recortado pela estupidez humana e está condenado a morte?
Nas cachoeiras espumantes, que quando menino eu via gotas de águas que brilhavam como diamantes ao sol, que imaginava seres mitológicos escondidos em suas águas, eu agora vejo lágrimas de um inocente que ainda com o movimento de suas águas revoltas, murmura ruidosamente por socorro.
Eu que já tive tantas indagações respondidas pelo rio, que me sacio de sua inesgotável fonte, sinto-me impotente diante do único pedido que ele me fez durante toda minha existência!  

Prof. Gílberte



quinta-feira, 23 de abril de 2015

Prof. Gilberte -Poema - Insulta a Razão

INSULTO A RAZÃO



Não sou poeta, apenas insano

Perdão gênios se os profano.

Do acorde da poesia, acordei humano.

Destile o néctar sem cor

Colorido racional sem sabor.

Pensar sem sonhar

É a busca casta da dor.

A rima expulsa com repulsa a razão

Degusta sem pudores, sabores da emoção! 



O incômodo zumbir do mosquito

É suave no verso transcrito

Parece despretensão

É recheada de inspiração.

Arte de mão feminina

Talento desta linda menina

Cecília é de fases por certo

No incerto voo do inseto

Traça letras do alfabeto!



É inocente a relação

Criança e seu negro cão

Tragédia é argumento...

 Sugestão

De cada mês extrai melodia

Faz do ano pura poesia.

Bilac  parnasia com esmero

Da flor do Lácio,

Colhe a joia que quero

Sem sequer me conhecer

Muito antes d’eu nascer

O sacrifício de Plutão

Fez minha história anteceder!

Outrora saudade demais



Da aurora da minha vida

Dribla o tempo

Deixa a velhice aturdida

Quem não voltou a ser criança

Quando Abreu trouxe a lembrança

Da sua infância querida...

Eis para o adulto alento

Foge por um momento

E mesmo sem saber

Oito anos parece ter.



Fria caixa de imagem

Que cega a beleza da visão

Grita e anuncia a toda nação:

“Meninos, eu vi!”

Pena que o guerreiro tupi

Padece sem honra e sem glória

Calado...

Morre também, o Timbira da história

Dias d’outrora, n’outro Dias plagiado

Ouve agora o insulto fraudado

“Juca Pirama foi assassinado!”



Na aridez desértica, não é o sol que queima

Tão pouco a sede que a seca teima

É um pássaro que gorjeia inspirado

É verso de Camões reencarnado 

É mágico encanto: Patativa do Assaré!

Da mão calejada no casebre de sapé

Versos simples ecoam no sertão

Alegoria de pescador é político ladrão.



A crueldade da ganancia

Sepulta o lavrador na ignorância

A cova nem rasa nem funda

Abriga o pouco defunto

Que é motivo de muito assunto

Mas este zumbi social

Morre e vive na trama de Cabral.

É erosão no latifúndio moral

Como pode sem terra morrer Severino 

Neste país continental.



E o mais carioca dos mineiros

Cede a pedra a este pedreiro

Agora é ele a pedra admirando o mar

É o poeta encantado, poesia a inspirar.

Ele que tanto amou o luar

Apenas parou de respirar...

É visão que homenageia

Quem pela areia passeia.

Drumont sentado, indaga sem fé:

E agora José?


Vinicius transforma água em vinho

Mas da fonte não bebo sozinho

Mesmo sendo chama, não morra:

Eterna perdure

E a poesia infinita seja:

Para sempre dure.

Redentora arca poética

Em minhas águas navega

Da lógica capital  me cega.

Do cruel diluvio da ignorância

Salva vida e esperança

Alma de poeta...

Imaginação de criança!



A poesia é sanha insana

Saneia com sonhos a inocência

De tola subserviência

Refém e escrava do real...

Tola a consciência.

O véu lúcido da razão

É a mais torpe escuridão

Sentencia:

Morte a imaginação!

Mas com o sol da poesia

Renasce o lúdico a cada dia

E desta mágica, a vida é magia:

Morrer... É não viver fantasia!



Prof. Gílberte

domingo, 12 de abril de 2015

PROF. GILBERTE - POEMA - (VETADO)

(vetado)


Escrito ao assistir uma apresentação, o segredo está no título, que foi proibido pela arrogância.


A relva verde reflete raras esmeraldas derretidas.

Enquanto a sombra do ipê o amarelo do mais puro ouro.

A natureza teima em exibir o brilho do sol em meus olhos.

Mas eu insisto em ofusca-los nas trevas da cegueira.


O sabiá e o canário preenchem a atmosfera com gorjeios harmoniosos.

Notas que se aproximam da perfeição melódica.

A natureza teima em meus ouvidos sons do paraíso.

Mas eu insisto em mantê-los ouvindo a surdez do mundo.


O sabor da azedinha, do araçá, o inigualável gosto de infância.

Sabores que somente crianças livres têm o direito de provar.

A natureza teima em oferecer iguarias em sabores ímpares.

Mas eu insisto em saturar meu paladar no insosso.


O odor de terra molhada, do pequi e do marolo, inesquecíveis...

O cheiro que o serrado considerado inútil oferece, sem nada em troca.

A natureza teima em preencher meu olfato de odores naturais.

Mas eu insisto em me afogar com a poluição artificial.


O aveludado do pêssego, o ninho do beija-flor, a água de uma nascente...

Não é necessário nenhum outro sentido para se arrepiar em um simples toque.

A natureza teima em aprimorar meu tato, oferecendo diferentes texturas.

Mas eu insisto em calejar-me com a rispidez do concreto.


Anjos de verde esmeralda, cabelos amarelo ipê...

Inundam o ambiente com gorjeio de aves canoras...

Ofertam sabor de nostalgia, frutas silvestres...

A brisa sopra inocência com aroma de garoa...

No toque delicado de carinho da ingenuidade...

É a primeira vez que me atrevo, não é meu o que escrevo.


Resgatam de adultos os cinco sentidos perdidos.

E com lágrimas sinceras da experiência do educar.

Resultantes do amor de um grupo educador.

Jorram simultâneos e adormecidos sentimentos.

Resumidos na maior das paixões humanas:

A emoção.


Prof. Gílberte

terça-feira, 7 de abril de 2015

Professor Neemias - E se Deus existir?




Para muitos, a crença na existência de Deus se dá ao medo do que pode acontecer após a morte, mas a dúvida no íntimo permanece. Será que Deus existe?

Muitos questionam a Bíblia e isso os faz refletir na existência de Deus. Será que um livro escrito por mãos de homens pode mesmo ser considerado como Divino?
Ciência ou  fé? Divino ou humano?

Esses e outros questionamentos fazem com que muitos, tentam  acreditar em Deus por medo e pensam – bom, se ele realmente existir  eu posso dizer que sempre acreditei e assim terei vida eterna. Mas será que Deus, como relata a bíblia, não sabe  se a pessoa realmente crê ou está tentando enganar a si próprio e a Deus?
Outros se aproveitam, da “fé” e enganam as pessoas por meio da Bíblia com um único propósito,  ganhar dinheiro, transformando as igrejas em verdadeiras fábricas de produção. Mas, se Deus  existir, como essas pessoas serão responsabilizadas?  Sofrerão após a morte por causa dessas fraudes? Alias preço muito alto, uma eternidade de sofrimento, onde o fogo nunca apaga e o espírito nunca morre segundo as escrituras.
Segundo os teólogos, a Bíblia é um livro inspirada Gênesis a Apocalipse, mas por que as mais  diversas interpretações? Qual religião seguir? Será que só o fato de encontrar uma que fala de Deus é suficiente? O batismo, como deve ser? O que é ser cristão segundo a bíblia?

Devemos  crer em imagens ou não? Jesus é realmente filho de Deus?

Tantos questionamentos e poucas respostas.  
.
Mas uma certeza. Alguém construiu o planeta em que habitamos. E se foi Deus, quem foi? Alguns poderão dizer o mundo surgiu de uma explosão. Pode até ser. Mas quem fez a matéria que explodiu para criar a terra? Quem fez com que a explosão acontecesse?
E se Deus existir e tudo que a bíblia diz for verdade. Como está sua vida aqui? Para onde irá após sua jornada nesta terra? Isso só você pode dizer...

segunda-feira, 30 de março de 2015

PROF GILBERTE - POEMA - PREMEDITADO DUELO!

PREMEDITADO DUELO!



Vem e vão em vão....
Caindo no vão dos que se vão!
A vida vivida é pela morte iludida
Pedindo perdão por tê-la invadida.

É por certo sempre cedo
Não viver e da morte ter medo.
Viva! Porque tudo vivo é inédito!
Mate a morte que inerte vive o tédio!

Não há remédio pra vida
Porque viva ela é saudável
O remédio que nutre a morte
É deixar a vida insuportável.

Viver somente pra não morrer,
Não é de fato um ato de sorte
Pois pior que a própria morte
É viver e ver o que se ama morrer!

E comemora a morte soberba:
- Triunfei sobre ti vida finita!
Presa na própria armadilha maldita:
- Sem vida, quem a ti vitória credita?

Prof. Gílberte

EMPREGO - VAGAS JUNDIAÍ E REGIÃO - 02/02/2018

Auxiliar de Armazenamento - Vaga exclusiva PCD  (liberado em 01/02/2018) – 6 meses de experiencia não em CTPS; ensino fundamental inco...

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